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Ministério da Saúde confirma queda no número de transplantes no Brasil

As OSCs AMARBRASIL e PULSARVIDA já vinham alertando sobre os problemas e soluções para melhoria do setor. Em 2015, duas mil pessoas morreram na lista de espera por um órgão.  

O Ministério da Saúde prevê pela primeira vez, em 11 anos, queda no número de transplante de órgãos no Brasil. As OSCs AMARBRASIL e PULSARVIDA desde o ano passado vêm alertando sobre os problemas e apontando soluções para melhoria do setor. E, a cada ano milhares de pessoas morrem esperando pelo transplante de órgãos.

Especialistas da área de transplante consultados pela PULSARVIDA afirmam que os valores transferidos pelo SUS/FAEC (Fundo de Ações Estratégicas e Compensações) não estão cobrindo os custos referentes aos procedimentos de transplantes.

Estudos do Projeto PULSARVIDA (projeto sobre transplante de órgãos no Brasil) mostram que outra dificuldade é a oferta e captação de órgãos e tecidos para transplantes. A maioria dos hospitais no Brasil não possui infraestrutura adequada para notificação de morte cerebral, manutenção do corpo e facilidades para retiradas de órgãos e tecidos.

Importante. Reportagem do Jornal Bom Dia Brasil da TV Globo: Assista aqui

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AMARBRASIL e PULSARVIDA conquistam apoio de setores da sociedade

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Os projetos e ações de interesse coletivo das duas entidades ganham força com parceria de autoridades e instituições.
A AMARBRASIL e PULSARVIDA já têm apoio de deputados federais e senadores. Entre os quais Sergio Reis, Roberto Sales, Vinicius Carvalho, Eduardo Amorim e José Medeiros. Além disso, ABTO e InCor. O objetivo é a execução do Projeto PULSAR VIDA, que busca a melhoria do Sistema Nacional de Transplante (SNT). Agora com o  SEBRAE de Goiás têm em vista um acordo de cooperação para desenvolver um modelo bem sucedido para profissionalizar os Estabelecimentos Hospitalares de Captação de Órgãos e Tecidos (EHCOTs) e as Comissões Infra-Hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTTs).

O número desses centros hospitalares no país é baixo. São cerca de 600 estabelecimentos operando, e nem sempre com eficiência. Ambos são essenciais para o funcionamento do SNT, pois estão encarregados de identificar potenciais doadores, realizar exames clínicos e laboratoriais, fazer a devida manutenção do corpo e realizar a abordagem familiar para a autorização da doação de órgãos e tecidos.

A capacidade do Brasil é possuir aproximadamente 1.600 EHCOTs/CIHDOTTs. Conforme legislação, cada hospital com mais de 80 leitos é obrigado a contar com essas estruturas. Nesse quesito o país possui mais de 1.000 hospitais, que não tem a estrutura para captação, manutenção do corpo e de órgãos.

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Como posso ajudar a AMARBRASIL e PULSARVIDA?

Os projetos e ações da ONG AMARBRASIL e PULSARVIDA são muitos, mas para continuar atuante seu apoio é fundamental.

Voluntariamente você pode ajudar ao seguir, curtir e compartilhar as informações de ambas as instituições publicadas na página do facebook, twitter e instragran.

Replicar também nas suas mídias sociais as notícias dos portais amarbrasil.org.br e pulsarvida.org.br para que mais pessoas possam conhecer o trabalho das duas entidades.

Cadastro de voluntários

Para se cadastrar acesse amarbrasil.org.br ou aqui e ajude a divulgar nas redes sociais.

Além disso, você pode depositar qualquer valor como forma de doação. Os canais para você doar são rápidos e simples, como o PayPal. E, ainda você pode se juntar ao nosso grupo de trabalho.

Projetos de impacto social 

AMARBRASIL e PULSARVIDA estão juntos no Projeto PULSAR VIDA, que busca melhoria para a área de transplantes de órgãos. Aumentar a oferta e aproveitamento de órgãos sólidos: rim, coração, fígado, pulmão, pâncreas e outros.

A PULSARVIDA está desenvolvendo o Projeto Gestão do Conhecimento Escolar e da Comunidade, visando disponibilizar amplamente o ensino através das Tecnologias da Informação e da Comunicação.

E, a AMARBRASIL com o Projeto Paternidade, que busca facilitar a identificação por exame de DNA, por meio de banco de dados pós-morte, federalização das investigações, fim do segredo de justiça e uso do processo judicial eletrônico.

 

Vamos juntos manter estes projetos ativos. Com você podemos mais!

 

 

 

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Educação, bem público essencial para a Nação

Principal ferramenta de Cidadania que garante aos indivíduos exercer e conhecer seus direitos e deveres. 

A educação é um bem público, assegurada pela Constituição Federal a todos os cidadãos. Para tanto, sua qualidade é fundamental para garantir a construção de uma Nação, que todos possam exercer sua Cidadania plena com base nos deveres e direitos. E, somente o acesso dos indivíduos ao conhecimento pode garantir a qualidade de cidadão.

O Estado tem o dever de promover a educação a toda à população, mas como o governo não faz o investimento necessário, a iniciativa privada tem contribuído com o setor. Todavia, diretrizes e orientações educacionais devem ser regulamentas pelo setor público, evitando o avanço das ações educacionais privadas sobre o público.

Para tanto, o Conselho de Direitos da Organização das Nações Unidas (ONU) recomenda aos governos maior atenção na atuação dos fornecedores privados de serviços de educação. Além disso, em contrapartida, mais investimentos na educação pública. Neste viés, o Estado deve “acabar com todo o impacto negativo da comercialização da educação”, estabelecendo um marco regulatório para monitorar as ações do setor privado na educação.

Sociedade Civil Organizada 

sociedade civil organizada tem papel fundamental na participação e elaboração de políticas públicas para direcionar as atividades educacionais. Atenta aos preceitos básicos do ensino, a PULSARVIDA está desenvolvendo o Projeto Gestão do Conhecimento Escolar e da Comunidade, que visa, por meio das tecnologias de informação e comunicação, facilitar o acesso de todos à educação. 

Relatório e estudo da ONU, acesse aqui.

Outras fontes: Portal Rede Brasil Atual aqui.

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Brasil tem cerca de 120 mil pacientes renais crônicos

O caso que aconteceu em clínica de Goiânia revela situação dramática de quem necessita da hemodiálise.

O episódio recente que acometeu mais de 30 pacientes renais crônicos em tratamento na Nefroclínica, em Goiânia, não é um caso isolado. O problema é dramático para aproximadamente 120 mil pessoas que sofrem de insuficiência renal em todo o Brasil. Muitas dessas pessoas estão em tratamento com hemodiálise e na lista de espera para transplante de órgãos. Somente no ano passado, morreram 1.215 adultos e 11 crianças nesta situação. E, no primeiro semestre deste ano, 357 pessoas perderam a vida, sendo sete pediátricas.

Por outro lado, as clínicas de nefrologias têm reclamado dos altos custos para realizar o tratamento de diálise. No início deste ano, em Brasília foram fechadas 144 vagas para hemodiálise. A justificativa foi o baixo repasse do Ministério da Saúde para cada sessão realizada (R$ 179,03), para um custo de R$ 265, e uma média de três sessões semanais.

Existem aproximadamente 120 mil pacientes realizando diálise no país. Deste total, 42 mil pacientes renais crônicos são potenciais candidatos a transplantes. Mas somente metade destes (20.062) estão na lista de espera, sendo 257 crianças. Em 2015, foram realizados apenas 5.556 transplantes renais e no primeiro trimestre deste ano 1.287.

 

Espera por transplante  

Em 2015, a necessidade estimada para transplantes de rins, fígado, coração e pulmão era de 20.479 e foram realizados apenas 7.792 transplantes dos referidos órgãos. Para uma lista de espera de 28.041 adultos e 1.652 crianças, na qual morreram 2.333 e 64, respectivamente.

No ano passado, a estimativa de potenciais doadores era de 24 mil, porém foram notificados somente 9.698. Destes apenas 2.854 tornaram-se doadores efetivos de múltiplos órgãos.

Fonte: Os dados foram retirados do RBT (Registro Brasileiro de Transplante) da ABTO de 2015 e primeiro trimestre de 2016 e do projeto Pulsar Vida.

www.abto.org.br

www.pulsarvida.org.br

 

Setorial de comunicação da ONG AMARBRASIL

Nielton Santos

Jornalista da AMARBRASIL e PULSARVIDA

Registro Profissional nº 2635 – GO

(62) 3661 – 0709 / 9269 – 1008

 

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Aumenta lista de espera por córnea em São Paulo

Antes, o estado exportava esse tipo de órgão. Mas, desde 2014, os pacientes precisam aguardar quase 8 meses pela cirurgia.

A lista de espera por cirurgia de córnea em São Paulo aumentou bastante este ano. Antes os pacientes eram atendidos de imediato. Mas a situação mudou desde 2014, agora é preciso aguardar em média 6 meses, podendo chegar a 8 meses pelo tratamento.

Segundo a Central de Transplantes de São Paulo, o motivo do aumento no número é que outros estados deixaram de realizar a cirurgia, e com isso, as pessoas têm buscado pelo tratamento no estado. E quem precisa da cirurgia, sabe que a rapidez é primordial para ter de volta a visão recuperada. 

O estado já foi referência nessa área, tanto que exportava para os demais estados esse tipo de órgão. A quantidade de captação de córnea é a mesma, assim como o número de transplantes. Apenas houve o aumento da demanda pela cirurgia.

Assista a matéria completa veiculada pela TV Globo, aqui.    

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Fim do segredo de justiça na investigação de paternidade

Quebra do segredo de justiça nas investigações de paternidade por exame de DNA e o Processo Judicial Eletrônico.

O número de 10,5 milhões de eleitores sem identificação do pai informado à AMARBRASIL pelo TSE1 levou a entidade a defender proposta2 pela federalização da investigação de paternidade e criação de um cadastro nacional de identificação por exame de DNA de material coletado após a morte do cidadão, do ser humano, em território brasileiro.

Em aprofundamento ao tema e em favor dos objetivos a serem ultimados com estas propostas deve ser levantado também o questionamento à constitucionalidade do sigilo ou “segredo de justiça” nos processos de investigação de paternidade por exame de DNA e/ou paternidade afetiva.

Todos quantos operam ou já operaram em processos desta natureza não tem receio de dizer que, na maioria dos casos, o segredo imposto aos atos do processo está a proteger a intimidade da irresponsabilidade, da indignidade, da psicopatia social e patrimonial, não da criança, da cidadania ou da família.

O sigilo em tais casos tem origem na Lei 883 de 1949, que impedia o registro de filho fora do casamento, mas, em segredo de justiça, autorizava a ação de prestação de alimentos. A lei foi revogada em 2009, mas o novo CPC, no item II, do art. 189, manteve a obrigação do sigilo.

A identificação da origem biológica ou determinação da paternidade afetiva da criança ou do cidadão é interesse e ação de Estado, afeto à formação da raiz da sociedade e do Estado Brasileiro, de resgate da dignidade humana, de fundamento e construção da sociedade livre, justa e solidária prevista nos artigos 1º, II, III e 3º, I da Constituição da República.

O concreto dos números do TSE e a informação de que entre 500 e 600 mil crianças, por ano, são registradas sem identificação paterna, por si só dão conta de que o sigilo processual nos casos de filiação deve ser “ordenado, disciplinado e interpretado, conforme os valores e as normas fundamentais estabelecidos na Constituição da República Federativa do Brasil” (Art. 1º do novo CPC).

O segredo de justiça na investigação de paternidade deve ser exceção, e não regra geral, cabendo invocar, nas ações individuais, a declaração “incidenter tantum” de inconstitucionalidade parcial do item II, do art. 189, para excluir o sigilo como regra absoluta do processo.

Os motivos são os objetivos e os fundamentos determinados como base para a construção da sociedade brasileira, da nossa República, expostos nos artigos 1º, II, III e art. 3º, I da Constituição, e art. 1º do novo CPC.

Para a hipótese, tanto pesa o concreto do caso individual, quanto o coletivo de 17 a 20 milhões de brasileiros sem identificação paterna.

A norma constitucional de raiz e o concreto dos casos assim vistos, também deverão autorizar aos Juízes aplicar o Princípio da Conexão na investigação de paternidade no ambiente do processo judicial eletrônico (PJ-E).

Com o PJ-E e o Princípio da Conexão será possível a formulação de ações de investigações de buscas permanentes de identidade parental por DNA. Órgãos do Judiciário e da Advocacia poderão requerer e acessar cadastros de identificação genética por exame de DNA em todo o país e de todos os processos.

Vem aí uma revolução nos processos de investigação de paternidade no Brasil.

Uarian Ferreira

Advogado e Superintendente da AMARBRASIL

1.http://www.amarbrasil.org.br/wp-content/uploads/2016/04/o-TSE-respondeu.pdf

2.http://www.amarbrasil.org.br/2016/04/04/investigacao-de-paternidade-amarbrasil-busca-solucoes/

 

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Investigação de paternidade: AMARBRASIL busca soluções

Cadastro Nacional de Identificação por exame de DNA pós-morte e a Federalização da investigação de paternidade

É na advocacia individual que a AMARBRASIL1 encontra os casos para a formulação de suas ações coletivas2. O caso do cidadão Cláudio Pablo Pinheiro Câmara3, 36 anos, dos quais 30 pelejando na justiça pelo conhecimento de sua origem biológica e/ou reconhecimento de paternidade afetiva é um desses.

O drama vivido por Pablo motivou pesquisa cujos dados iniciais revelam quadro gravíssimo de impedimento ao processo de resgate da dignidade de pelo menos outros 17 a 20 milhões de cidadãos brasileiros. Quadro de impedimento da efetividade e da construção da sociedade justa e solidária proposta como fundamento e objetivo da nossa República (Arts. 1º, III e 3º I, da CRFB).

Em 12 de maio de 2015 a AMARBRASIL perguntou ao TSE4 “qual o número de cidadãos cadastrados como eleitores em todo o Brasil” e “desse número total, quantos eleitores não tem a identificação do nome do pai, ou seja, tem apenas o nome da mãe na parte de identificação dos genitores”. No dia 26 o TSE respondeu5: – do total de 142.257.487 de eleitores, 10.518.682 não tinham o nome pai em suas identificações cadastrais, ou seja, 10,5 milhões de eleitores brasileiros não possuem identificação paterna, não tem reconhecidos pais afetivos e nem biológicos.

No Estado do Maranhão o quadro é de lesa humanidade, 21,83% dos cidadãos eleitores, não possuem a identificação do pai em seus dados cadastrais.

A cultura da resistência por anos e anos de recursos e incidentes nos processos investigatórios, administrativos ou judiciais, destruindo a oportunidade de reconhecimento da paternidade afetiva ou frustrando o conhecimento da origem biológica é ato dos mais perversos que se pode infligir ao cidadão brasileiro. É ato de lesão à mais profunda identidade do cidadão, da cidadania, da sociedade brasileira. É ato de lesa humanidade. De flagrante ofensa aos objetivos e fundamentos de efetividade da República Federativa do Brasil.

Em janeiro de 2015 a Rádio Câmara6, numa entrevista com a Prof. Ana Liési Thurler (UNB),  especialista no assunto, divulgou que a cada ano entre 500 e 600 mil crianças, recebem a certidão de nascimento com o “nome do pai em branco”, “são filhos apenas da mãe”, e que esse número fora obtido com o cruzamento de dados fornecidos por cartórios de registros civis e IBGE.

Em maio do mesmo ano o portal Direitos das Crianças e dos Adolescentes da Bahia7 veiculou notícia de que “de acordo com informações do IBGE, na pesquisa Estatísticas do Registro Civil (2011), 30% das crianças nascidas no Brasil ficam sem reconhecimento paterno. Isso significa que, das 2.809.052 crianças nascidas vivas por lugar de residência da mãe em 2011, mais de 800 mil não tiveram o nome do pai na certidão de nascimento.”

Ao par desta notícia, também em maio de 2015, a AMARBRASIL perguntou ao IBGE8 “qual o número de número de crianças registradas, total e de cada Estado da Federação, nos anos de 2011, 2012, 2013 e 2014, que não tem a identificação do nome do pai, ou seja, tem apenas o nome da mãe na parte destinada à identificação dos genitores na certidão de registro de nascimento?”.

O IBGE respondeu9 que “as estatísticas do registro civil não coletam a informação de nome do pai ou da mãe” e que “a única informação coletada a respeito do pai é o local de nascimento deste (Unidade da Federação ou país)”, “que seria um erro fazer alguma aproximação de ausência de registro do nome do pai a partir desses dados” e, também, que “não reconhece a estimativa” publicada no portal “direitosdascriancasba.gov.br”.

Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com base no Censo Escolar de 2011, apontavam 5,5 milhões de crianças brasileiras sem no nome do pai na certidão de nascimento. Foi o que noticiou a Revista Exame10, em agosto de 2013.

Seguramente, entre dez e dezoito por cento da população brasileira não possui identificação paterna nos registros civis, são filhos unicamente da mãe. Pedidos de informações sobre esse tema parece não ser bem entendido pelo IBGE, o que pode ser visto pelo conjunto das “interlocuções” da AMARBRASIL com o órgão.

A identificação da origem biológica ou determinação da paternidade afetiva do cidadão é interesse afeto à formação da raiz do Estado Brasileiro, de fundamento da sociedade livre, justa e solidária prevista nos artigos 1º e 3º da Constituição da República.

Nesse contexto, não deve ser dos Estados, nem da Justiça Comum, mas sim da União, das Defensorias Públicas Federais, do Ministério Público Federal e da Justiça Federal, a responsabilidade, os custos investigativos, a competência e jurisdição dos atos destinados à garantia, realização e consecução da identificação biológica e/ou reconhecimento da paternidade afetiva das crianças e cidadãos brasileiros.

– O cidadão morto, de quem é o corpo?

Em alguns países, declarada a morte encefálica do cidadão, o corpo é do Estado, que tem prioridade para avaliar e retirar órgãos, tecidos e ossos para transplantes. Só depois destes procedimentos é entregue à família.

Só com os números informados pelo TSE vê-se a necessidade de criar um cadastro nacional de identificação biológica por exame de DNA, através da coleta de material genético do corpo após a morte do cidadão. A urgência de se criar instrumento que dê efetividade ao conhecimento, à investigação da origem biológica paterna, ao resgate da dignidade de milhões de crianças e eleitores brasileiros, ao exercício de realização da sociedade solidária, propostas como objetivo e fundamento de construção da República Federativa do Brasil.

Com esta abordagem resumida a AMARBRASIL está convidando11 e dando início à formação de grupo voluntário interessado em estudar a ideia e a possibilidade de construção de Ação Civil Coletiva e/ou Projeto de Lei de Iniciativa Popular e/ou criação e Frente Parlamentar voltada para a defesa e/ou discussão da federalização dos atos e dos processos de investigação de paternidade afetiva e biológica, bem como a criação de um banco de dados ou cadastro nacional de identificação genética por exame de DNA, de material biológico coletado dos cidadãos falecidos em território brasileiro, e brasileiros no estrangeiro, banco este mantido e gerenciado pela União Federal.

Com este cadastro nacional, matematicamente, em 25 anos de coleta, o número de brasileiros sem identificação paterna no registro civil cai para zero ponto. Por certo, Pablo Câmara, aos 25/30 anos, se existisse em tal tempo um cadastro desta natureza do Brasil, já teria obtido do Estado resposta e prova de sua origem biológica paterna; e por aí muito mais humanidade.

1. http://www.amarbrasil.org.br/about/

2. Ações coletiva

a) http://jus.com.br/peticoes/16527/acao-popular-contra-universidade-por-suposta-fraude-na-aquisicao-de-imovel-por-comodato
b) http://www.amarbrasil.org.br/wp-content/uploads/2014/11/jornalamarbrasil.pdf
c) http://s.conjur.com.br/dl/determinacao-conselho-nacional-justica.pdf
d) http://www.conjur.com.br/2010-jan-02/cnj-limita-emprestimo-servidores-executivo-judiciario
f) http://www.conjur.com.br/2010-jul-15/resolucao-anvisa-expoe-demonstracao-poder-associacoes
g) http://www.valor.com.br/arquivo/862775/supremo-definira-limite-de-multas
h) http://www.conjur.com.br/2010-jul-07/maquina-estatal-usada-reprimir-aterrorizar-produtores
i) http://www.brasil247.com/pt/247/goias247/112516/Telefonia-m%C3%B3vel-no-Brasil-pirataria-sonega%C3%A7%C3%A3o-e-transoceanismo.htm
j) http://www.valor.com.br/legislacao/2723632/empresas-de-telefonia-movel-devem-guardar-dados-de-caixa-postal
l) http://www.amarbrasil.org.br/wp-content/uploads/2013/07/Doc-01-C%C3%B3pia-da-Peti%C3%A7%C3%A3o-Inicial-A%C3%A7%C3%A3o-Civil-Coletiva-AMARBRASIL-x-Telef%C3%B4nicas-SMP.pdf
m) http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=38301&sid=9
n) http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Acao/noticia/2015/03/como-funciona-o-mercado-de-envio-em-massa-de-sms-feito-sob-medida-para-atazanar-sua-vida.html
o) http://www.amarbrasil.org.br/2013/05/12/titulos-antigos-no-site-do-tesouro-direto/….

3. IstoÉ Cláudio Pablo Pinheiro Câmara

4. Perguntou ao TSE

5. o TSE respondeu

6. http://www.ebc.com.br/infantil/para-pais/galeria/audios/2014/06/cerca-de-20-das-certidoes-no-brasil-trazem-apenas-o-nome

7. Portal Direitos das Crianças e dos Adolescentes da Bahia

8. IBGE 1 Resp Ped Inf 14 05 2015 AMARBRASIL

9. IBGE

a) IBGE 2 Resp Ped Inf 03 e 10 07 2015 AMARBRASIL
b) IBGE 3 Anexo da AMARBRASIL reitera ped de inform 03 07 2015
c) IBGE 4 Resps Recurso AMARBRASIL 27 07 2015

10. http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/brasil-tem-5-5-milhoes-de-criancas-sem-pai-no-registro

11. imprensa@amarbrasil.org.br

Médica e pais

Rins ofertados para transplantes caem em 2016

Os problemas se agravam a cada ano. E, a lista de espera não para de crescer.

Chega a ser caótica a situação de quem necessita de um rim para transplante no Brasil. No Registro Brasileiro de transplantes, divulgado trimestralmente pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), mostra que houve queda no comparativo de 2015 e 2016, entre janeiro e março em todo o país. No ano passado foram 1.333 transplantes contra 1.287 deste ano, no mesmo período. Nos principais centros do país, como São Paulo o número de transplante caiu de 522 para 483 procedimentos. Assim também Minas Gerais, de 135 para 123. Obtiveram aumentos Rio Grande do Sul (140 para 163) e o Distrito Federal (9 para 34). Irei me ater a este último exemplo, que a primeira vista, parece ter tido um crescimento considerável. Porém, é na capital federal que está o retrato fiel do descaso com o transplante no Brasil.

É de lá que chega a última notícia sobre transplantes de órgãos. Em 10 de junho de 2016, o portal de notícias G1, publicou a piora no atendimento aos pacientes renais. No Hospital Base, por exemplo, faltam medicações e, no mês de abril, familiares tiveram que arcar com custos de produtos que dosam quantidade das medicações, segundo o presidente regional da Sociedade Brasileira de Nefrologia, Marcelo Pereira Ledônio. Em resposta à reportagem, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal afirmou que “a rede enfrentou dificuldades relacionadas ao suporte necessário para esse tipo de procedimento”. Mas que neste ano os problemas foram sanados, e triplicou o número de transplantes de rins. Ainda na cidade sede do Poder Nacional, recentemente o jornal O Globo, publicou em 17 de janeiro de 2016, uma notícia que deixou todos perplexos. A morte de Gabriel de 12 anos, que ia receber um coração novo. Porém, por falta de transporte aéreo, o órgão foi recusado e o garoto não conseguiu esperar por um novo coração, morrendo 14 dias depois.

As duas reportagens citadas retratam a situação dos transplantes de órgãos em Brasília, que possui hospitais de referências, equipamentos modernos, equipes especializadas, geograficamente bem localizada no centro do país, com aeroporto e infraestrutura. Mas o problema dos transplantes de órgãos é geral. Pessoas morrem a todo o momento na lista de espera, por ineficiência e descaso do poder público. Caso continue a tendência de baixa nos transplantes de órgãos, este ano fechará como dos piores dos últimos 5 anos. Levantamentos da PULSARVIDA apontam que a taxa média é de 5.325 procedimentos para uma lista de espera de 24.700 pessoas, ficando assim, um saldo acumulado de 19.375 pessoas. Leia o estudo aqui.

Fonte:

G1

Jornal O Globo

 

Transplantes de órgãos e tecidos

PULSARVIDA atesta o processo de transplantes no Brasil

Mas poucos estabelecimentos hospitalares e falta de transporte desperdiçam 56% dos órgãos e compromete o SNT.

O Sistema Nacional de Transplante (SNT) funciona democraticamente. A lista de espera é respeitada, conforme os órgãos e tecidos são disponibilizados é feita a compatibilidade e encaminhado para o local que será realizada o transplante. Mesmo assim alguns problemas foram detectados. E, aonde estão eles? Na base do SNT, que são os Estabelecimentos Hospitalares de Captação de Órgãos e Tecidos e as Comissões Infra-Hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (EHCOTs/CIHDOTTs). Além do insuficiente número desses estabelecimentos, há a centralização deles nas regiões Sudeste e Sul. E, muitas com instalações e suportes inadequadas. Além disso, a falta do transporte dedicado prejudicada a chegada dos órgãos e tecidos aos pacientes.

O processo de doação de órgãos não é um procedimento simples e rápido. O trabalho exige muito cuidado, além de ser minucioso. Primeiramente, é atestada a morte encefálica pelo médico do hospital e também por um neurologista, não pertencente à equipe de captação. Em seguida o doador é reconhecido por profissionais especializados em transplantes de órgão e tecidos. Depois se obtém consentimento da família, que ao autorizar a doação, faz um ato de amor e solidariedade ao próximo.

Após todos os procedimentos, como a verificação da morte encefálica, autorização familiar e captação, surgem outro problema! A questão da logística, pois como o sistema é nacional, os órgãos são distribuídos para todo o país. A imensidão territorial torna o transporte aéreo dedicado o mais viável. Os convênios com as companhias de aviação têm ajudado bastante, porém, os órgãos e tecidos são embarcados nos voos comerciais agendados. No entanto, é necessário aguardar as viagens para os órgãos serem transportados.

A Força Aérea Brasileira (FAB) também cumpre a missão no transporte de equipes, órgãos e tecidos, mas não é totalmente dedicada. Com isso, inviabiliza o aproveitamento dos órgãos ofertados. Uma vez, que a isquemia fria dos órgãos varia entre 4 e 24 horas fora do corpo humano. Como por exemplo, o coração precisa ser transplantado até 4 horas após sua retirada.

Melhorias

Depois de perceber alguns pontos críticos e ineficiências do SNT, a OSCIP PULSARVIDA, juntamente com a ONG AMARBRASIL, desenvolveu o Projeto PULSAR VIDA, que propõe por meio de ações estratégicas, informativas e jurídicas contribuírem para sanar as falhas e aumentar o número de transplantes realizados no Brasil. Com mais ofertas de rins, coração, fígado, pâncreas e outros.

Para tanto, só conseguiremos mudar essa realidade com a sua ajuda. Compartilhe nossas informações, junte-se a nosso grupo ou faça uma doação. Juntos podemos salvar mais vidas.

Conheça mais sobre o Projeto PULSAR VIDA acessando: pulsarvida